FestA! Ambrótipos no Sesc Santos

O FestA! Festival de Aprender do Sesc SP foi um evento de oficinas, demonstrações e vivências de artes visuais que ocupou as unidades do estado de SP com programação em três dias: 10, 11, e 12 de março de 2017. Fomos convidados para demonstrar o processo de ambrotipia com a colódio-bike nos dois dias do final de semana no SESC de Santos. O vídeo acima foi um dos produzidos pelo SESC para divulgação do evento.

A temática da unidade era a bicicleta, por isso lá levamos a nossa com o laboratório móvel. Nos posicionamos bem no meio do saguão da convivência para apresentações de cerca de 45 minutos que se repetiam. Foram três por dia. Nelas fazíamos uma foto do grupo de ouvintes em “meia-placa” de vidro. O público pode então ver cada passo do processo, da sensibilização do vidro, passando pela captura e finalizando com a revelação, fixação e envernizamento. Durante a execução eram dadas explicações técnicas e o contexto histórico do surgimento do processo no meio do século 19.

Estas foram as placas feitas durante a demonstração:

Ficamos contentes que todas as demonstrações tinham bastante ouvintes e inclusive que vários viajaram de outras cidades próximas para nos ver! Uma delas me contou que a professora de sua aula recomendou a visita. Agradeço muito à professora! Nós fazemos estas demonstrações justamente para mostrar esse conhecimento que faz parte da fotografia brasileira e é muito difícil de ser visto pessoalmente. Sabemos o quão importante é a pessoa ver o objeto fotográfico e os passos de sua produção para entender a estética deste período da fotografia. Também sempre levantamos questionamentos de como artistas visuais atuais podem utilizar os diversos processos históricos da fotografia para produzir obras contemporâneas.

Desta vez, teve uma novidade a muito tempo planejada: instalamos uma câmera dentro do laboratório. Já tinha essa câmera de vigilância há algum tempo, justamente para isso. Quando eu entrava no lab, que só cabe uma pessoa, o público ficava sem ver o que era feito. A câmera tem uma iluminação infra-vermelha embutida que não vela de jeito nenhum a placa fotossensível. A imagem era então passadas em uma grande TV ao lado do lab onde as pessoas podiam ver a revelação da placa sendo feita.

Veja algumas imagens da atividade:

Gostaria de agradecer o SESC-SP e a programação do Sesc Santos por mais este convite pra apresentar meu trabalho para seu público. Também agradeço a equipe composta pelo Lúcio Libanori e Maurício Sapata que são essenciais para que um processo tão trabalhoso possa ser apresentado desta forma.

Abraços,

Roger Sassaki

Retratos em placa úmida no Festival ZUM 5 anos!

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Este sábado (3/12) – na Biblioteca Mario de Andrade em SP – tem comemoração de aniversário da ótima Revista Zum de fotografia!

O evento tem uma programação de palestras e uma oficina. Haverá também a presença da Feira Plana com uma seleção de livros de fotografia.

Nós estaremos lá também!!
A Colódio-bike, o laboratório móvel de fotografia em placa úmida, estará montado e fazendo retratos!
O destaque é que estaremos pela primeira vez oferecendo FERRÓTIPOS, conhecidos também como tintype. Os ferrótipos popularizaram a fotografia no séc. 19.

Condições para retrato:

– Serão retratos individuais. A pessoa tem que conseguir ficar estática por uns 6 segundos.
– O atendimento será por ordem de chegada. O processo demora um pouco.
– Faremos o máximo para entregar os ferrótipos no próprio dia. Os ambrótipos serão entregues durante a semana seguinte (à combinar).
– As imagens nos ferrótipos ficarão invertidas horizontalmente, ou seja, escritos nas roupas ficarão ao contrário.

Custos:

Ferrótipo (positivo em metal; 10x12cm): R$ 200,00
Ambrótipo (positivo em vidro; 10x12cm): R$ 250,00

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Veja o release do evento

A ZUM, revista de fotografia semestral publicada pelo Instituto Moreira Salles – IMS, comemora 5 anos com dois dias inteiros de atividades abertas ao público em São Paulo, em parceria com a Biblioteca Mário de Andrade e com a Casa Plana.

Nos dias 3 e 4 de dezembro, Paulo Bruscky, Arthur Omar, Ismail Xavier, Dorrit Harazim, Lorna Roth, Ivana Bentes e Mídia Ninja discutem a imagem no mundo contemporâneo. Além das mesas de debate, haverá uma feira de publicações, uma oficina de xerox com o artista Mario Ramiro e um campeonato de fotolivros.

PROGRAMAÇÃO FESTIVAL ZUM 5 ANOS
Curadoria: Thyago Nogueira

3 de dezembro, sábado, das 11h às 21h
Biblioteca Mário de Andrade

SALA ARTES – TERRAÇO
11h-21h
Feira de publicações e ocupação Casa Plana
Expositores: Companhia Rapadura, Editora Criatura, Editora Madalena, Truque, Vibrant, Kaput, 4478zine, Fotos dos outros, Editora Olhavê, Max Pereira, Alexandre Furcolin e Walter Costa

Retratos em ambrótipo, de Roger Sassaki

11h-13h30
Arte/xerox, oficina com Mario Ramiro

AUDITÓRIO
15h
Imagens urgentes: da arte postal ao cinema de streaming
Paulo Bruscky e Mídia Ninja conversam com Ivana Bentes

17h
Questão de pele: tecnologia e racismo na indústria fotográfica
Lorna Roth conversa com Dorrit Harazim

19h
Sem fronteira: uma viagem entre o cinema e a fotografia
Arthur Omar conversa com Ismail Xavier

20h30
Coquetel de encerramento

4 de dezembro, domingo, das 14h às 18h
Casa Plana

14h-18h
Campeonato de fotolivros: venha debater os lançamento brasileiros
Organizado por TRAMA

Entrada gratuita. Eventos sujeitos à lotação.
Mais informações: http://revistazum.com.br/festival-zum-5-anos/programacao/

Biblioteca Mário de Andrade: Rua da Consolação, 94
Casa Plana: Rua Capitão Salomão, 26 – 3º andar

Veja a programação completa no site da Revista ZUM:
http://revistazum.com.br/festival-zum-5-anos/programacao/

Sobre o Tempo: fotografias em placa úmida de colódio

O Imagineiro convida para a abertura no dia 07/05/16, da exposição “Sobre o Tempo: fotografias em placa úmida de colódio”, com fotografias de Anna Silveira, Bruna Queiroga, Laura Del Rey, Lucio Libanori, Maurício Sapata, Osiris Lambert, Roger H. Sassaki, Simone Wicca e Tiana Chinelli.

São 15 obras inéditas produzidas com a técnica fotográfica da Placa Úmida de Colódio em que os artistas foram convidados para discutirem o “Tempo” ao seu gosto.

A exposição ‘Sobre o Tempo – Fotografias em Placa Úmida de Colódio’ fica em cartaz até o dia 28/5 e tem entrada gratuita. Junto com as obras inéditas serão expostas outras imagens do acervo do Imagineiro, coletivo que pesquisa técnicas históricas fotográficas.

A abertura também marca a comemoração mundial do Dia da Placa Úmida, uma celebração voluntária da comunidade de praticantes da técnica.

Serviço

Abertura da exposição ‘Sobre o Tempo – Fotografias em Placa Úmida de Colódio’ e comemoração do Dia Mundial da Fotografia em Placa Úmida
Sábado 07/05, das 10h às 17h
Demonstrações do processo às 11h, 13h, 14h30 e 16h

Visitação da exposição ‘Sobre o Tempo – Fotografias em Placa Úmida de Colódio’:
07 a 28 de maio
Sextas e sábados, das 11h às 16h
Demonstrações aos sábados às 15h.
Outros horários podem ser agendados pelo email contato@imagineiro.com.br
Entrada gratuita

Local:
Casa Ranzini
Rua Santa Luzia, 31 – Liberdade – São Paulo – SP
Próximo às estações Liberdade e Sé do Metrô

Devolvendo o tempo da latência ao olhar

por Angela Di Sessa

As imagens aqui apresentadas não são apenas exercício técnico de um procedimento historicamente definido mas, fruto de uma subversão e resistência aos modos de produção e modos de ver “pós fotográficos” derivados da digitalização e da difusão de imagens no mundo contemporâneo .

Vale citar Joan Fontcuberta ao comentar a produção desenfreada e a publicação em redes sociais:

Nestas fotos (reflectogramas), a vontade lúdica e autoexploratória prevalece sobre a memória. Tomar fotos e mostrá-las nas redes sociais forma parte dos jogos de sedução e dos rituais de comunicação das novas subculturas urbanas posfotográficas, as quais, embora capitaneadas por jovens e adolescentes, deixam poucos à margem. As fotos já não tomam recordações para guardar, mas mensagens para enviar e trocar: se convertem em puros gestos de comunicação, cuja dimensão pandêmica obedece a um amplo espectro de motivações.

Houve a supressão do tempo do trabalho e dos embates com a materialidade dos meios de produção da fotografia analógica. Segundo Fontcuberta ” a pós fotografia é o que resta da fotografia “.

Porém, ficaram para trás também a espera nas longas exposições, o intervalo entre a captação da imagem e a sua visualização, a transformação através do processamento químico da imagem latente em imagem visível/manifesta. A latência como território para a subjetividade e os seus trabalhos silenciosos também ficaram para trás.

Nos processos em placa úmida, em ambrótipo, o intervalo na produção da imagem se estende pois integra a ” fabricação ” de seus filmes, os tempos longos de exposição na captação da imagem, uma vez que remete a um modo de produção pré industrial. Dilata também as fronteiras da observação, do imaginável.

Os procedimentos de linguagem que produziram as imagens aqui expostas, ao contrário do pós fotográfico, re-instauram o intervalo do fazer como operação poética de metamorfosear sentidos. Estabelecem uma ação que se funda na atenção, no entregar-se aos ritmos do tempo ( necessário na produção dos equipamentos, suportes, processamento químico, na exposição e pose prolongada ), no enraizar-se na duração e assim, tornando-se presença/memória. É assim, reemerge o sujeito/criador, que concede lugar ao outro.

A plasticidade da superfície fotossensível se impregna de linguagem. As marcas do trabalho de ver e fazer ver, do tempo do fazer e da latência são ali depositadas. O olhar é convocado a percorrer com suavidade tátil paisagens, corpos, cantos, dar materialidade à imagem do celular. Há tempo para fazê-lo. Há permissão em se deixar afetar pelo tempo e pelos ritmos vitais.

E assim, metamorfoseado, o olhar compassivo e reinserido no corpo, torna-se memória, imprime afetos, produz relicários. Os objetos únicos resultantes dessa operação, apesar da estabilidade e durabilidade do seu material, exibem sua vulnerabilidade na fragilidade de seu suporte em vidro e na superfície delicada de sua imagem. Apresentam-se como pequenas jóias lapidadas que serão quase imortais se cuidadas.

Desejo, memória, pulsão vital emergem nesse exercício de linguagem, da latência à visibilidade, transformando presença em memória manifesta reconciliada com o tempo.

A Placa Úmida de Colódio

A placa úmida de colódio é um dos primeiros processos da história da fotografia. Inventado pelo inglês Frederick Scott Archer em 1851, foi o mais utilizado até os anos 1880, quando foi substituído pelas placas de gelatina de prata e depois pelos filmes fotográficos.

A técnica consiste na aplicação de colódio (um composto químico que funciona como um “esmalte”) em uma placa de vidro (ambrótipo ou negativo) ou de metal (ferrótipo). É no colódio que a prata “grudará” para formar a imagem. Toda criação da foto – preparação química da placa, captação, revelação e fixação – deve ser feita enquanto o colódio ainda estiver úmido, em um intervalo de cerca de 15 minutos.

Depois que a imagem “aparece” na placa – seja ela de vidro (ambrótipo ou negativo) ou de metal (ferrótipo) -, a mesma é seca e envernizada para protegê-la da ação do tempo.

Um processo artesanal que envolve químicos, câmeras de médio e grande formato e longos tempos de exposição, e que pode ser considerado “lento” se comparado à velocidade com que as imagens são produzidas e compartilhadas nos dias de hoje.

“Não parece haver uma razão única para as pessoas se enveredarem pelos processos fotográficos históricos. Mas a descoberta do que é único em cada um deles pode ser a peça que falta para a obra do artista”, afirma Roger H. Sassaki, organizador e curador da mostra e um dos poucos fotógrafos que trabalha com a técnica de placa úmida no Brasil.

Além de impressionar pela riqueza de detalhes, um ambrótipo surpreende os espectadores pela ambiguidade de ser uma imagem negativa que se “transforma” em uma imagem positiva quando o vidro é colocado em um fundo escuro.

Sobre os participantes e suas obras

Anna Silveira
Fotógrafa freelancer formada em Letras pela USP e Fotografia pelo Senac, cursou também Pós-graduação em Fotografia pela FAAP em São Paulo. Uma das fundadoras do blog de viagens Vasto Mundo, participa do coletivo Imagineiro em projetos de oficinas de fotografia analógica, é colaboradora das agências de fotojornalismos Foto Arena (Brasil) e The Wide Angle (Inglaterra), e trabalha na empresa Marinho Comércio, representante de diversas marcas ligadas à fotografia como Leica e Ilford.

Obra: “Tempo: Coisa que passa para lembrar”, 2016 – Ambrótipo

Bruna Queiroga
Graduou-se em jornalismo e, atualmente, pesquisa fotografia e comunicação. Mestre em Ciências da Comunicação pela ECA-USP. Esteve entre os colaboradores do Dicionário de Comunicação, 2ª edição, em 2014. Integrou o júri do 5º Concurso de Fotografia Clique o Futuro, em 2014. Apresentou o artigo “Através do Espelho – Selfie, Comunicação, Estética e Sociedade” no II Seminário de Estética e Crítica de Arte, em 2015. Participou da exposição “Lumens 2016 – Relatos de Identidad”, em Bogotá, Colômbia, com um trabalho também realizado em placa úmida de colódio.

Obra: ‘Passagens’, 2016 – Fotografia em sobreposição de Ambrótipos
Carte de visite da Deusa do Tempo, arquétipo que aparece em Verdandi (viking), Tara (hindu) e Rainha de Maio/ Deusa Maia (grega). A estação que chega se sobrepõe à que se vai. Reflexão sobre as interpenetrações temporais.

Laura Del Rey
Formada em Cinema pela FAAP, é sócia do estúdio Doravante e atua como fotógrafa, diretora e designer. Teve trabalhos expostos no Brasil (Galeria Vermelho, Emissário de Santos, Ímã Galeria e Hotel Hilton) e no exterior (Tunísia, Portugal, França e Guatemala). Foi sócia da produtora Toca dos Filmes, fez o projeto gráfico e retratos de diversos discos e peças de teatro e trabalhou para empresas como Wahba Filmes e Folha de São Paulo. Em 2015 imprimiu seu primeiro livro, Hart. Escreve mensalmente para a revista OLD e colabora com o Jornal de Borda. Atualmente, cursa pós-graduação em formação de escritores no Instituto Vera Cruz. || www.lauradelrey.com.br

Obras: [O amor é mais frio que a morte], 2016 – Ambrótipos
Pequena série de ambrótipos com os atores Gilda Nomacce e Thiago Ledier. As marcas químicas e a transparência típicas do suporte colódio sobre vidro são exploradas de forma progressiva a cada placa, buscando trazer com as manchas fantasmas e cicatrizes que complementem ou desmintam o gestual da relação amorosa que se vicia e desgasta.

Lucio Libanori
É paulistano e trabalha com impressão de obras visuais. Seu interesse pela fotografia surgiu da necessidade de entender o trabalho de seus clientes, principalmente daqueles que usam câmeras de grande formato e o processamento analógico no fluxo de produção de suas imagens. O interesse pelos processos históricos de fotografia nasceu ao conhecer, por intermédio da artista Carolina Mitsuka, o trabalho de Roger H. Sassaki.

Obra: ‘Tão pouco disto dito infinito’, 2016 – Ambrótipo
Retrata o conflito entre a eternidade e a finitude. O ambrótipo representa a angústia do ser humano perante a inexorabilidade do tempo.

Maurício Sapata
Maurício Sapata é fotógrafo e integrante da equipe de educadores do Cidade Invertida. Faz pesquisas em processos históricos como o cianótipo e papel salgado, também atua na preservação e no resgate cultural de processos fotográficos como o lambe-lambe e colorização manual de fotografia P&B. É colaborador de edição da revista fotográfica BLUR.”

Obra: “Foste”, 2016 – Ambrótipo colorido manualmente

Osiris Lambert
Repórter fotográfico desde 1989 atua de forma documental em diferentes publicações nacionais, é filiado a FENARJ e ARFOC, pós-graduando em cinema pela Anhembi Morumbi, em 2015 foi coordenador geral do projeto fotográfico “Árvores Paulistanas”, exposição que percorreu o Conjuto Nacional, Estação Clínicas do metrô e Galeria Olido.

Obra: ‘Venus’, 2016 – Ambrótipo
Tendo como ponto de partida a pintura a óleo “A Venus de Urbino 1538”, de Ticiano, e a unidade temática “Tempo” proposta para esta exposição, propus uma releitura desta obra, que já foi relida em diferentes momentos da história por diferentes autores e artes, desta forma a Vênus, adquiri uma persistência frente ao tempo, não sob a forma de uma excelência pessoal de um comportamento persistente ou virtude, mas sim sob a forma da capacidade de perpetuar-se, e de manter-se por reprodução, pois a obra de Ticiano originalmente não tem mais se não como objetivo principal ilustrar um comportamento esperado frente a imaturidade da noiva de Urbino.
A técnica do colódio úmido que também é uma sobrevivente que rompe a barreira do tempo, vai se relacionar com a releitura da obra de Ticiano por carregar em seu gene o estranhamento ou falha temporal com suas “imperfeitas”, perfeições que lhes são peculiares e que nos remete a um tempo passado.

Roger H. Sassaki
O fotógrafo paulistano atua no jornalismo documental e de espetáculos musicais desde 2000. Lecionou diversos cursos pelo Senac-SP e recentemente seu trabalho autoral o levou a retomar processos fotográficos históricos. Explorador visual, trabalha em estúdio e dá voltas pela cidade registrando-a em calótipos e ambrótipos.

Obras: “Oportunidade”, 2016. – Ambrótipo; “Itororó”, 2015 – Papel salgado de negativo de colódio 20x25cm; “Revisitando Militão”, 2016 – Papel salgado de negativo de colódio 20x25cm;

Simone Wicca
Simone Wicca pesquisa e ensina fotografia e os processos históricos há 16 anos. De 2004 a 2010 formatou e orientou os cursos de fotografia no Sesc Pompeia além de organizar a programação fotográfica (‘FotoAtiva Pará: Cartografias Contemporâneas’, ‘Relatos de Trajetória’, ‘Entre_Vistas Brasileiras’, entre outras) nas Oficinas de Criatividade. Em 2014 criou o LABici, laboratório sobre uma bicicleta para revelação de fotografias pinhole ao ar livre (parceria com Guilherme Maranhão e Roger Sassaki). Em 2015 elaborou o projeto ‘Observatório’, no Sesc Ipiranga, onde um container foi transformado numa grande câmera fotográfica com um laboratório PB em seu interior no qual aconteceram diversas oficinas de fotografia. Atualmente desenvolve pesquisa de processos fotográficos com pigmentos de plantas (Anthotype). Reside e trabalha em São Paulo.

Obra:[, Dá- me um barco.], 2015 – Ambrótipo em lâmina de microscopia e trecho de livro.
Trabalho inspirado no livro ‘O Conto da Ilha Desconhecida’, de José Saramago. O conto narra a história de um homem que vai bater à porta do Rei e pede-lhe um barco para procurar a Ilha Desconhecida. Ele quer conhecer a si próprio quando nela estiver (‘Se não sais de ti, não chegas a saber quem és’).

Tiana Chinelli
Fotógrafa e jornalista soteropolitana radicada em São Paulo. Iniciou carreira no jornalismo esportivo, trabalhou para jornais e revistas, na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, e já foi até paparazzo. Atua como freelancer na cobertura de eventos corporativos e, em paralelo, desenvolve projetos e pesquisas em técnicas históricas de fotografia.

Obras: ‘Colódiofone’, 2016 – Ambrótipos em telas de celular
Série de imagens de placa úmida de colódio usando como suporte telas de celular. Uma leitura crítica do modo como fotografamos desenfreadamente nos dias de hoje, usando como contrapondo um processo lento e contemplativo do século retrasado.

Fotografia na Jornada do Patrimônio 2015

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Nestes dias 12 e 13 de dezembro de 2015 o Imagineiro junto com as demais iniciativas da Casa Ranzini participarão da Jornada do Patrimônio de SP!

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Oficina de Câmera de Orifício na Jornada do Patrimônio

Venha explorar fotograficamente a construção histórica (1924) da Casa Ranzini em uma oficina aberta de fotografia em câmera de orifício (pinhole). De funcionamento simples, a operação da câmera e o processamento químico das fotos em papel será ensinado durante a atividade. Orientação de Roger Sassaki

Público:
Acima de 10 anos de idade. Crianças de até 13 anos deverão estar acompanhadas.
Não é necessário experiência fotográfica

Inscrições e vagas:
Não é necessário de inscrever com antecedência, porém uma inscrição prévia garante uma vaga. Até 4 pessoas por vez em períodos de 40 minutos.

Horário:
Dias 12 e 13/12/2015
Das 11h as 15h, sáb. e dom.

Custo: R$10,00 com direito a 2 fotos. R$5 cada foto adicional.

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Retrato feito em uma câmera Lambe-Lambe

Durante a Jornada do Patrimônio de SP, o fotógrafo Maurício Sapata estará com sua câmera demonstrando o processo e aceitando encomendas de quem quiser um retrato feito como antigamente.

••• SE PROGRAME! •••
Dias 12 e 13/12/2015 das 11h às 15h
Casa Ranzini: Rua Santa Luzia, 31. Liberdade, São Paulo-SP
Valor por retrato R$15,00
Atendimento por ordem de chegada.

Programação Completa

=== Dia 12/12 – sábado ===

10h – Abertura da exposição de Percival Tirapeli e exposição de fotografias de Roger H. Sassaki para os livros da “Coleção Ecletismo Paulista”

11h – 15h – Oficina de fotografia em Câmera de Orifício com Roger H. Sassaki. Atividade paga.

11h – 15h – Retratos com câmera Lambe-Lambe com Maurício Sapata. Venha fazer um retrato! Atividade paga.

11h – Visita monitorada sobre o projeto “Coleção Ecletismo Paulista”

11h30 – Palestra “Patrimônio Cultural na América Latina” com Percival Tirapeli

13h – 14h30 – Atelier Aberto de cerâmica com Patrícia Henriques

15h – Lançamento dos livros da ““Coleção Ecletismo Paulista” com os autores Waldir Salvadore e Lindener Pareto. Haverá venda dos livros no local.

16h – Palestra “Arte sobre Arte na obra de Percival Tirapeli” com o artista. Lançamento do catálogo impresso.

=== Dia 13/12 – Domingo ===

10h – Abertura da Casa Ranzini para visitação

11h – Visita monitorada sobre o projeto “Coleção Ecletismo Paulista” (fazer reserva de horário)

11h – 15h – Oficina de fotografia em Câmera de Orifício com Roger H. Sassaki. Atividade paga.

11h – 15h – Retratos com câmera Lambe-Lambe com Maurício Sapata. Venha fazer um retrato! Atividade paga.

13h – 14h30 – Oficina “Desenho de Ornamentação” com Myriam Salomão

15h – Lançamento dos livros da ““Coleção Ecletismo Paulista” com os autores Waldir Salvadore e Lindener Pareto. Haverá venda dos livros no local.

16h – Palestra “Arte sobre Arte na obra de Percival Tirapeli” com o artista. Lançamento do catálogo impresso.

Dia da Placa Úmida e exposição de ambrótipos

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Abertura de exposição de ambrótipos celebra o Dia da Fotografia de Placa Úmida no Brasil

A Casa Ranzini convida para a abertura, no próximo sábado (02/05), da exposição ‘Ambrótipos – Prata em Vidro’, com fotografias em placas de vidro (ambrótipos) de Anna Silveira, Fernando Fortes, Lucio Libanori, Maurício Sapata, Roger H. Sassaki, Simone Wicca e Tiana Chinelli.

As obras foram produzidas especialmente para celebrar o Dia Mundial da Fotografia em Placa Úmida, que este ano acontecerá em diversos países no dia 02 de maio.

A placa úmida de colódio é um dos primeiros processos da história da fotografia. Inventado pelo inglês Frederick Scott Archer em 1851, foi o mais utilizado até os anos 1880, quando foi substituído pelas placas de gelatina de prata e depois pelos filmes fotográficos.

A técnica consiste na aplicação de colódio (um composto químico que funciona como um “esmalte”) em uma placa de vidro (ambrótipo) ou de metal (ferrótipo). É no colódio que a prata “grudará” para formar a imagem. Toda criação da foto – preparação química da placa, captação, revelação e fixação – deve ser feita enquanto o colódio ainda estiver úmido, em um intervalo de cerca de 15 minutos.

Depois que a imagem “aparece” na placa – seja ela de vidro (ambrótipo) ou de metal (ferrótipo) -, a mesma é seca e envernizada para protegê-la da ação do tempo.

Um processo artesanal que envolve químicos, câmeras de médio e grande formato e longos tempos de exposição, e que pode ser considerado “lento” se comparado à velocidade com que as imagens são produzidas e compartilhadas nos dias de hoje.

“Não parece haver uma razão única para as pessoas se enveredarem pelos processos fotográficos históricos. Mas a descoberta do que é único em cada um deles pode ser a peça que falta para a obra do artista”, afirma Roger H. Sassaki, organizador e curador da mostra e um dos poucos fotógrafos que trabalha com a técnica de placa úmida no Brasil.

Além de impressionar pela riqueza de detalhes, um ambrótipo surpreende os espectadores pela ambiguidade de ser uma imagem negativa que se “transforma” em uma imagem positiva quando o vidro é colocado em um fundo escuro.

A exposição ‘Ambrótipos – Prata em Vidro’ fica em cartaz até o dia 31/5 e tem entrada gratuita. Junto com as obras inéditas serão expostas outras imagens do acervo do Imagineiro, coletivo que pesquisa técnicas históricas fotográficas.

Esta é a segunda edição brasileira do Dia Mundial da Fotografia em Placa Úmida, que em outros países é comemorado desde 2009. No sábado (02/05), serão feitas também demonstrações ao vivo do processo de criação de um ambrótipo.

Ambrótipo colorido com pastel seco. De Maurício Sapata.
Ambrótipo colorido com pastel seco. De Maurício Sapata.

Serviço:

Dia Mundial da Fotografia em Placa Úmida
Abertura da exposição ‘Ambrótipos – Prata em Vidro’
Sábado, 02/05, das 11h às 17h

Visitação da exposição ‘Ambrótipos – Prata em Vidro’:
3 a 31 de maio – domingo a terça-feira, das 11h às 16h
Outros horários podem ser agendados pelo email contato@imagineiro.com.br

Entrada gratuita

Local:
Casa Ranzini
Rua Santa Luzia, 31 – Liberdade
São Paulo – SP
Próximo às estações Liberdade e Sé do Metrô

Realização:
Casa Ranzini

Produção:
Imagineiro

Coordenação:
Roger H. Sassaki

Sobre os participantes e suas obras:

Anna Silveira
Fotógrafa freelancer formada em Letras pela USP e Fotografia pelo Senac Scipião, cursou também Pós-graduação em Fotografia pela FAAP em São Paulo. Uma das fundadoras do blog de viagens Vasto Mundo, participa do coletivo Imagineiro em projetos de oficinas de fotografia analógica, é colaboradora das agências de fotojornalismos Foto Arena (Brasil) e The Wide Angle (Inglaterra), e trabalha na empresa Marinho Comércio, representante de diversas marcas ligadas à fotografia como Leica, Ilford e Lomography.
Obra: ‘Retrato do artista quando coisa’, 2015 – Ambrótipo

Fernando Fortes
É fotógrafo, trabalha com conservação de acervos fotográficos e atua como responsável pelo acervo da Cinemateca Brasileira.
Desde 2002, desenvolve imagens e pesquisas em processos alternativos, realiza cursos e oficinas visando o ensino destas técnicas fotográficas.
Obra: ‘Fogo, o elemento da criação alquímica da fotografia e da vida’, 2015 – Ambrótipo
Sua chama poderosa é a luz de prata que aquece e transforma a matéria, iluminando o amor, inspirando a arte e fazendo conexão com o espiritual.

Lucio Libanori
É paulistano e trabalha com impressão de obras visuais. Seu interesse pela fotografia surgiu da necessidade de entender o trabalho de seus clientes, principalmente daqueles que usam câmeras de grande formato e o processamento analógico no fluxo de produção de suas imagens. O interesse pelos processos históricos de fotografia nasceu ao conhecer, por intermédio da artista Carolina Mitsuka, o trabalho de Roger H. Sassaki.
Obra: ‘O Discurso e o Objeto’, 2015 – Díptico em ambrótipo
‘O Discurso e o Objeto’ retrata a voluntária aceitação das ferramentas simbólicas que criam e mantém relações de dominação. O autor baseia-se na concepção crítica da ideologia – o instrumento que mascara a realidade através do discurso – para alertar que a prescrição de uma ideia pode levar à alienação.

Maurício Sapata
Fotógrafo freelancer e integrante da equipe de educadores do Cidade Invertida, um projeto itinerante que leva a conscientização às pessoas sobre o poder da linguagem visual através da fotografia. Atua em pesquisas de processos históricos fotográficos como o cianótipo, goma e papel salgado. Também faz parte do Projeto 74Foto no qual ministra oficinas de fotografia pinhole e é colaborador de edição da revista fotográfica BLUR.
Obra: ‘Ofélia’, 2015 – Ambrótipo colorido manualmente com pastéis secos

Roger H. Sassaki
O fotógrafo paulistano atua no jornalismo documental e de espetáculos musicais desde 2000. Lecionou diversos cursos pelo Senac-SP e recentemente seu trabalho autoral o levou a retomar processos fotográficos históricos. Explorador visual, trabalha em estúdio e dá voltas pela cidade registrando-a em calótipos e ambrótipos.
Obra: Série ‘Duplos’, 2015 – Ambrótipos
Imagens que exploram a transparência dos ambrótipos e sua ambiguidade positiva/negativa e sua interação com a montagem, formando um objeto só.

Simone Wicca
Pesquisa e ensina fotografia e os processos históricos há 15 anos. De 2004 a 2010 formatou e orientou os cursos de fotografia no Sesc Pompeia, além de organizar a programação fotográfica (‘FotoAtiva Pará: Cartografias Contemporâneas’, ‘Relatos de Trajetória’, ‘Entre_Vistas Brasileiras’) nas Oficinas de Criatividade. Atualmente orienta cursos de Processos Históricos do Século XIX e de Introdução à Fotografia e Laboratório PB na Escola Rever. Recentemente criou o LABici, laboratório sobre uma bicicleta para revelação de fotografias ao ar livre (parceria com Guilherme Maranhão e Roger H. Sassaki).
Obra: ‘Estudos sobre Flexibilidade e Limite’, 2015 – Ambrótipo e grampo de metal
Objeto fotográfico que apresenta a tensão entre a força e elasticidade do assunto (contorsão) e a rigidez e fragilidade do suporte fotográfico (vidro).

Tiana Chinelli
Fotógrafa e jornalista soteropolitana radicada em São Paulo. Iniciou carreira no jornalismo esportivo, trabalhou para jornais e revistas e já foi até paparazzo. Atua como freelancer na cobertura de eventos corporativos e, em paralelo, desenvolve projetos e pesquisas em técnicas históricas de fotografia.
Obras: ‘Tiago’, 2015 e ‘Carolina’, 2015 – Ambrótipos

Sobre a Casa Ranzini
A Casa Ranzini é uma associação sem fins lucrativos, com a missão de preservar, estudar e divulgar o patrimônio histórico, artístico e arquitetônico da cidade de São Paulo, estimulando a vivência, reflexão e experimentação no campo das artes e história e contribuindo para ampliar o acesso às manifestações culturais e para a formação da cidadania no contexto brasileiro.
casaranzini.blogspot.com.br

Sobre o Imagineiro
Imagineiro é um coletivo de fotógrafos que incentiva a difusão da linguagem e técnica fotográfica. Sob coordenação de Roger H. Sassaki e Fernando Fortes, desenvolve pesquisas em técnicas históricas como Calotipia, Placa Úmida de Colódio, Cianotipia, Papel Salgado e Pinhole. A base de trabalho está localizada na Casa Ranzini, espaço cultural que promove e apoia a iniciativa.
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Visita ilustre: Miguel Chikaoka

Devo admitir que já fazem muitos dias, mas não quero deixar passar o registro desta visita ilustre a Casa Ranzini. Convidado pela Simone Wicca, o fotógrafo e educador Miguel Chikaoka foi em janeiro deste ano visitar as aventuras fotográficas do Imagineiro. O colega Guilherme Maranhão também estava lá para um bom bate papo no quintal. 🙂

O Miguel exerce um papel importante na fotografia nacional, principalmente na região de Belém do Pará onde atua a muitos anos pela Associação Fotoativa. Inclusive sua carreira está registrada no recente livro de Mariza Mokazel “Navegante da luz: Miguel Chikaoka e o navegar de uma produção experimental”. É de distribuição gratuita porém não sei como encontrar. O meu exemplar eu ganhei do próprio!

Espero em breve poder retribuir a visita, tenho muita vontade de conhecer os projetos lá de Belém. Mas por hora, como não podia deixar de ser, fiz um retrato do Miguel com a Simone, registrado pelo Guilherme Maranhão.

Abraços!

Roger Sassaki

Momento do registro na placa úmida de colódio. Registro de Guilherme Maranhão.
Momento do registro na placa úmida de colódio. Registro de Guilherme Maranhão.

Olha o vídeo do ambrótipo sendo fixado!

Miguel Chikaoka segurando o retrato em ambrótipo pronto e embalado. Registro de Simone Wicca.
Miguel Chikaoka segurando o retrato em ambrótipo pronto e embalado. Registro de Simone Wicca.

LABici: Pinhole day 2014 é na rua!

e-Flyer

É no dia 27 de abril de 2014!

Juntando com meus colegas fotógrafos Simone Wicca e Guilherme Maranhão, vamos comemorar o “Dia mundial da fotografia pinhole 2014” fotografando no centro de SP com o apoio de um laboratório químico portátil montado em uma bicicleta!

Isso, porque louco bom é o que se desloca. 😉

Vamos vender kits de câmera pinhole (projeto de Miguel Chikaoka) e ensinar a montá-la. E o melhor ainda é que os participantes vão poder fotografar e nós revelaremos o papel no local prá já ver o resultado.

Para garantir o seu kit câmera, é preciso mandar email e se pré inscrever em um dos grupos, o das 11h ou das 12h.

Quem não quiser ter sua própria câmera (coisa que não entendo) poderá usar uma das nossas emprestadas e se divertir.

Para quem tem Facebook, curta e divulgue a página do evento: https://www.facebook.com/events/1471088396441749

Veja abaixo a programação do dia e algumas fotos do projeto.

Espero todos por lá!

Abraços,

Roger Sassaki

Programação

das 11h às 13h – oficina no minhocão (estaremos próximos à rampa de acesso ao lado da estação do metrô sta. cecília).

Venderemos kits de peças para cada um montar a sua câmera pinhole. Os participantes serão divididos em dois grupos de 10 alunos cada e receberão instruções para a montagem e uso da câmera. Um grupo começa às 11h e outro às 12h. O kit também inclui dois papéis fotográficos. Papéis para fotos adicionais poderão ser comprados avulsos.

Preço do kit (câmera, aula e 2 fotos): R$ 25,00
Foto adicional (cada): R$ 3,00
Pagamento em dinheiro no dia.

Não é necessária pré-inscrição e pagamento antecipado para participar. No entanto, se preferir se pré-inscrever para garantir uma vaga em um dos grupos, nos envie nome, telefone, email e horário (11h ou 12h). A reserva tem apenas 10 minutos de tolerância de atraso. Depois deste período a vaga será disponibilidade para outra pessoa.

das 14h às 16h – captura de fotos no largo são bento.

Sessão livre de fotografia em pinhole.
Não haverá venda de kits. Emprestaremos nossas mini-cameras prontas.

Preço da primeira foto (+instruções de uso): R$ 10,00
Foto adicional (cada): 3,00
Pagamento em dinheiro no dia.

Importante: Levar dinheiro trocado.

Fotos

Nossa “prévia” do pinholeday no Minhocão. Tudo acertado!

Quem for no dia, vai poder experimentar nossa “Câmara Obscura” portátil e ver como é por dentro de uma câmera de buraco de agulha!

Participe do Dia Mundial da Fotografia de Orifício “Pinhole” 2013!

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Data: 28 de abril, domingo
Horário: das 10h00 às 17h00
Local: Casa Ranzini | R. Santa Luzia, 31 | São Paulo – SP
Custo: R$ 40,00 — incluí papel fotográfico negativo (aprox. 12x9cm); estrutura para revelação; escaneamento de 1 imagem; auxílio para construção de câmera em lata*

* Veja abaixo as condições para a construção da câmera

Quero Participar!

É neste dia 28 de abril!

Nós do Imagineiro queremos que você participe do Dia Mundial da Fotografia Pinhole.

Para quem não sabe, a fotografia em câmera de orifício (pinhole é “buraco de agulha” em inglês) é uma das formas mais simples de se obter uma imagem. Esta simplicidade do processo abre as portas para a criatividade pessoal com uma visualidade particular. Viciante!

O “Dia Mundial da Fotografia Pinhole” é um evento de participação espontânea para todos os interessados do mundo. A idéia é que todos fotografem no mesmo dia e mostrem suas imagens em sites sociais divulgando ainda mais esta linguagem.

Você pode ver mais informações no site oficial do evento: http://www.pinholeday.org/

Importante: A participação neste evento mundial é gratuíta. O Imagineiro não está cobrando inscrição para você participar do evento!

Imagem da Praça João Mendes e Catedral da Sé feita em câmera de orifício. Foto de Roger Sassaki.
Imagem da Praça João Mendes e Catedral da Sé feita em câmera de orifício. Foto de Roger Sassaki.

Para quem não tem uma câmera de orifício ou não tem os materiais necessários como papel fotográfico e químicos para revelação, nós do Imagineiro estamos colocando nossa infra-estrutura a sua disposição e cobrando o custo desta operação.

Nós forneceremos o papel fotográfico usado para fazer as fotos e também toda a estrutura de laboratório químico para você mesmo revelar a sua imagem. Uma ótima oportunidade para você conhecer um laboratório fotográfico a moda antiga! Temos até diversas câmeras prontas para você usar.

Estamos super perto da Praça da Sé. Significa que você poderá fazer lindas fotos do centro de SP!

Catedral da Sé feita em camera de orifício e filme cor 35mm. Foto de Roger Sassaki.
Catedral da Sé feita em camera de orifício e filme cor 35mm. Foto de Roger Sassaki.

Depois de feita a sua super foto, nós escanearemos uma delas e você terá a opção de tê-la, com os devidos créditos, publicada na nossa página no Facebook e também aqui no site.

Construíndo a camera

Quem quiser fazer sua própria câmera de orifício, nós ajudaremos. É preciso que você traga uma lata vazia, tipo de leite em pó de 400g. É importante que a lata seja realmente de metal e, de preferência, com tampa de metal também.

O resto fazemos no dia. Quem for construir a própria câmera, sugerimos que vá no começo do dia, as 10h.

Para participar

Foto de orifício feita no Viaduto do Chá em SP. Foto de Roger Sassaki.
Foto de orifício feita no Viaduto do Chá em SP. Foto de Roger Sassaki.

Não é necessário pré-inscrição para participar. É só ler atentamente as condições acima e aparecer lá no dia, cheio de idéias para fotografar! O pagamento do custo de R$40 é feito na hora em dinheiro.

Como nós realmente queremos que você vá com seus amigos, nós daremos um desconto para cada “dupla”, que pagará R$70,00 (ao invés de R$80,00). Neste caso, é necessário que você se inscreva antes, indicando os dados de ambas as pessoas.

Ex-alunos de qualquer curso dado na Casa Ranzini também tem desconto! Se este for o seu caso, você só paga R$30,00! Pedimos que preencha o formulário abaixo com seus dados e o nome e data do curso que participou.

Importante: Venha com uma roupa que possa manchar. Não é provável mas é possível que possa acontecer. Seguindo a “boa conduta” de um laboratório químico, pedimos que venha de calça e sapato fechado.

Qualquer outra dúvida, ou apenas para entrar em nossa newsletter e ficar sabendo das novidades, também pode usar o formulário abaixo.

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Imagens do curso de Introdução à Fotografia em Calótipo (março 2013)

calótipos finais
Uma parte dos calótipos produzidos durante o curso pelos alunos. (clique para ampliar)

Domingo (24/03/13) foi o último dia de curso de nossa primeira turma de alunos da Introdução à fotografia em calótipo ministrado pelo Fernando Fortes e por mim. Ficamos tão contentes com o resultado conseguido pelos alunos quanto pela dedicação deles nos 4 longos dias neste processo super trabalhoso e delicado. Haja café!
Continue reading “Imagens do curso de Introdução à Fotografia em Calótipo (março 2013)”